Primos vendem slime para alimentar cachorros de rua

Dinheiro arrecadado será repassado para pessoa responsável por alimentar todos os cachorros de rua da região

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Resumo da Notícia

  • Valentina e João Gabriel decidiram vender slime para ajudar os cachorros de rua
  • Eles montaram uma “lojinha” na frente da casa da avô, no Rio de Janeiro
  • A comunidade se emocionou e compartilhou a ação nas redes sociais

Os primos Valentina e João Gabriel, de 7 e 9 anos, respectivamente, pensaram em uma forma de cuidar dos cachorros abandonados que moram perto de sua casa: eles começaram a vender slime e usaram o dinheiro para poder ajudá-los. As crianças tiveram a ideia de fazer uma “lojinha” na frente da casa da avó, em Cordeiro, no bairro Santa Terezinha, região serrana do Rio.

Para quem não conhece, fazer slime é uma das brincadeiras preferidas da criançada. Trata-se de um tipo de massa de modelar que pode apresentar diversas texturas. No Youtube é possível encontrar diferentes maneiras de como fazer o experimento em casa mesmo. A palavra slime significa viscoso ou pegajoso.

Slime feito para arrecadar dinheiro para ajudar cães (Foto: Reprodução/SóNotíciaBoa)

Carol, mãe do João Gabriel, disse que o dinheiro arrecadado será usado para alimentar os cachorros que não têm dono. Ela também comentou que, junto com a mãe da Valentina, comprou todo o material que é necessário para fazer o slime, e então tiveram a ideia de fazer a arrecadação para os cachorrinhos de Cordeiro. Todo o dinheiro arrecadado foi repassado para Andréia Bianchini, moradora da cidade que se tornou responsável por alimentar todos os dias os cachorros de rua da região.

A mãe do menino também comentou que a atitude da população foi linda, todos queriam ajudar e se mobilizaram ao compartilhar a ação. Cada unidade do slime foi vendida a preços entre 2 a 5 reais.

Ideias acolhedoras 

Um chá de bebê comunitário de Milwaukee, Estados Unidos, será realizado na próxima sexta (24). Por isso, a comunidade começou a arrecadar doações para o evento, todos os itens necessários. Uma mulher tomou a inciativa de costurar roupas a mão. Lynn Priebe adora tricotar e fazer crochê. Ela afirma estar “em seu lugar feliz” quando está fazendo as coisas com as mãos. “É muito divertido fazer isso, eu simplesmente adoro. Meu problema é que, logo que vejo um novo tom de fio, tenho que tê-lo, é uma daquelas coisas”, disse Priebe.

Priebe trabalha em período integral na farmácia do Milwaukee Veterans Hospital há mais de 40 anos. Os trabalhos manuais são, para ela, uma maneira de lidar com seus problemas. Apesar da rotina corrida, Priebe dedicou um tempo para fabricar quase 150 itens de bebê, como cobertores, chapéus e até vestidos. Ela tem o costume de doar todo ano para o chá de bebê comunitário da sua cidade. Assim que entregar as confecções deste ano, ela começará as produções do próximo ano.