Policiais buscam menina desaparecida em praça no interior de São Paulo

As câmeras de segurança registraram os últimos momentos da criança antes de sumir

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Uma câmera de segurança registrou o momento que Emanuelle Pestana de Castro, de 8 anos, sentada em banco da praça minutos antes de desaparecer no fim da tarde da última sexta-feira (10), em Chavantes, São Paulo. De acordo com os familiares, a garota brincava no parque do bairro Cohab e de vez em quando a mãe ia verificar como a filha estava. Por volta das 17 horas, a menina não foi mais vista.

(Reprodução/ Câmera de Segurança)

“Na hora que foi umas 16h e pouco, a mãe veio aqui e ela estava brincando. Quando foi umas 17h, ela veio e a Emanuelle falou: ‘vai descendo que eu já vou’. Ela foi, mas na hora que voltou, Emanuelle já não estava aqui”, conto uma vizinha da família, Josimara Roberta Assunção em entrevista ao portal G1. O caso sensibilizou a cidade. Amigos, familiares e vizinhos ficaram na praça com a esperança de ter alguma notícia.

Uma equipe de Marília também foi até o local para ajudar nas buscas. Na tentativa de encontrar alguma informação que pudesse ajudar no caso, policiais e militares ouviram moradores e analisaram imagens do circuito de segurança de estabelecimentos próximos à praça. “É um serviço bastante complexo. Em conjunto com a Polícia Civil, estamos em busca de imagens de monitoramento, tanto do comércio local como da região. Mas até o momento, não temos nada concreto. Estamos esgotando todos os nossos meios”, explica o tenente da PM, Leandro Souza.

De acordo com a polícia, todas as informações estão sendo checadas pela equipe. Um cachorro da PM  fez buscas em um canavial da cidade porque havia a suspeita de que a menina teria sido vista na garupa de uma momento. No entanto, a hipótese já foi descartada pela polícia. A principal suspeita da polícia é de que Emanuelle tenha sido vítima de um crime, e o caso assustou os moradores da cidade.

Os pais de Emanuelle foram pessoalmente até Canitar porque receberam uma informação de que a menina poderia estar na cidade vizinha, mas não era verdade. A população local esta apavorada. “É pavoroso. Dá medo. Eu penso na minha menina, imagina perder minha menina? Os moradores frequentam a praça normalmente, vem bastante criança brincar aqui, eu sempre desço com a minha menina. É de dar um nó na garganta”, admite o motorista Pedro Jamil Junior.