Menina é atingida por pedaço de escorregador e não sobrevive aos ferimentos

Caso aconteceu no Mato Grosso do Sul

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Resumo da Notícia

  • Uma criança de três anos após ser atingida por pedaço de escorregador
  • A menina e a irmã estavam brincando no momento do ocorrido
  • A criança foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu

O que costuma ser a diversão de muitos, se tornou um verdadeiro pesadelo para a família de uma menina de três anos. Na madrugada desta sexta-feira (14), em Corumbá, Mato Grosso do Sul, ela foi atingida por parte da estrutura que sustentava um escorregador e não resistiu. A pequena brincava com a irmã no balanço, que é interligado ao brinquedo, quando foi atingida na cabeça por um pedaço de madeira.

Menina é atingida por pedaço de escorregador e não sobrevive (Foto: Unsplash/ Tim Mossholder)

Tanto as meninas quanto os pais estavam em uma praça do Bairro Generoso. Logo após o ocorrido, os familiares encaminharam a menina, que estava inconsciente, para o Pronto Socorro da cidade. No local, foi confirmado traumatismo craniano. De acordo com as informações do site Folha MS, a irmã que também estava brincando, sofreu ferimentos leves.

Este não é o primeiro caso de morte de criança devido à má conservação de brinquedos de praça na cidade de Corumbá. Em julho de 2019, um menino de nove anos morreu após ser atingido na cabeça por uma trave de gol na quadra de esportes do Bairro Beira Rio.

Acidente no Supermercado 

No último dia 15 de janeiro, um bebê, de apenas quatro meses, foi atingido por pacotes que caíram de uma prateleira em um supermercado. De acordo com informações obtidas pelo TV Diário, o pai da criança disse que os objetos caíram de uma altura de, aproximadamente, 2,8 metros e pesavam cerca de 4 kg. O caso aconteceu na Vila Mogilar, na cidade de Mogi das Cruzes.

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Na delegacia, o pai contou que estava andando em um dos corredores do atacado quando dois pacotes, de embalagens plásticas, se desprenderam da prateleira e caíram sobre o bebê. Ele ainda disse que a criança estava deitada em uma cadeirinha própria para carrinhos de compras, o que, possivelmente, fez com que a criança sofresse um grande inchaço.

De acordo com o boletim de ocorrência, o homem decidiu pedir ajuda aos funcionários do local, e pouco tempo depois, um deles acionou o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Entretanto, o pai disse que preferiu socorrer o seu filho por meios próprios devido ao seu plano de saúde particular. A gerente do estabelecimento entrou em contato a fim de informar ao responsável do bebê que irá prestar o auxílio necessário quanto à necessidade de medicamentos.

O supermercado Assai informou, em nota, ao jornal que lamenta o acidente com a criança e esclareceu que duas embalagens caíram das prateleiras utilizadas para estocagem de produtos, atingindo um cliente e seu filho. O caso foi registrado, pelos policiais, como lesão corporal culposa (quando não há intenção). As autoridades ainda requisitaram exames de corpo de delito para auxiliar nas investigações.

O estabelecimento ainda afirmou que a unidade ofereceu assistência à família, que preferiu recusar o atendimento, e no final do dia, o comércio entrou em contato com o pai do bebê para se colocar à disposição a fim de contribuir com qualquer necessidade. “A rede permanece à disposição por meio dos seus canais oficiais de atendimento”, completou.