Mãe e companheira são condenadas por esquartejar criança e colocá-la em churrasqueira

Rosana Auri da Silva Cândido, 28, e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 29, foram condenadas pelo assassinato e esquartejamento do menino Rhuan Maycon, 9 anos; penas somam 130 anos

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Resumo da Notícia

  •  Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, foram condenadas pelo assassinato do menino Rhuan Maycon, de 9 anos
  • A penas somadas, ultrapassam 130 anos de prisão
  • As duas deram detalhes do crime para a polícia

Nesta quarta-feira, 25 de novembro, o Tribunal de Júri de Samambaia, no Distrito Federal, condenou Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, pelo assassinato do menino Rhuan Maycon, de 9 anos, a prisão. A penas somadas, ultrapassam 130 anos de prisão.

Elas foram condenadas a mais de 130 anos de prisão (Foto: Reprodução / Facebook)

Rosana é mãe de Rhuan, e foi condenada por 65 anos e 8 meses de prisão, com adição de 8 meses e 10 dias. Já a companheira, Kacyla, foi condenada por 64 anos 4 anos e 10 meses de reclusão, mais 8 meses e 10 dias de detenção. Segundo o Jornal Folha, a condenação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do DF.

Segundo o Ministério Público, durante o julgamento a mãe da vítima assumiu toda a culpa pelo crime para inocentar a companheira, que ficou calada durante todo o momento. Apesar disso, os jurados que acompanharam o entendimento da Promotoria e condenaram ambas por homicídio doloso triplamente qualificado (motivo cruel e sem possibilitar recurso de defesa da vítima).

O crime

Para a polícia, as duas contaram detalhes do crime, afirmando que no dia 31 maio de 2019 mataram Rhuan enquanto dormia, com uma facada no coração, logo depois esquartejaram o corpo e tentaram queimá-lo em uma churrasqueira.

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Segundo as informações do Ministério Publico, no total, foram 11 facadas contra Rhuan, que acordou durante o ataque, e, por fim, que foi degolado ainda vivo. A Promotoria diz ainda que o assassinato ocorreu após uma sequência de sofrimento por parte da criança, que vivia em cárcere privado.

“Um ano antes do assassinato, a dupla extraiu os testículos e o pênis de Rhuan, em casa, de forma rudimentar, sem anestesia ou acompanhamento médico. Por esses crimes, elas foram denunciadas por tortura e lesão corporal gravíssima”, diz nota do Ministério Público á Folha.