Homem morre na cadeia após matar bebê com chutes na cabeça

O agressor foi encontrado na cela da cadeia no Complexo Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba

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Resumo da Notícia

  • Um homem de 32 anos foi encontrado morto na cela da cadeia no Complexo Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba;
  • O homem foi condenado após matar uma bebê por não ter sido correspondido pela mãe da vítima;
  • Esse caso aconteceu semanas após uma mulher ser morta após matar a filha.

Um homem de 32 anos foi encontrado morto na cela da cadeia no Complexo Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O homem foi condenado após matar uma bebê por não ter sido correspondido pela mãe da vítima.

O crime aconteceu em novembro de 2015, em Maringá. O homem matou a criança com vários chutes na cabeça. A polícia não deu maiores informações sobre o caso.

Por conta do crime que cometeu, o agressor foi julgado e condenado a 15 anos e 8 meses de internamento, pois, de acordo com um laudo médico, o agressor foi apontado com transtornos mentais. Até o momento, não há informações sobre a causa da morte dele.

Homem morre na cadeia após matar bebê (Foto: Freepick)

Mãe morre na cadeia após matar a filha

Jennifer Natália Pedro, de 26 anos, foi acusada de matar a filha, Isis Helena, de 1 ano e 10 meses, no ano passado, no interior paulista. A mulher cumpria pena na cadeia de Tremembé quando foi encontrada morta. A morte tem sido investigada.

A mãe estava presa desde abril do ano passado após confessar a morte da bebê, ter escondido o corpo e dado depoimentos controversos à Polícia Civil, dificultando as investigações. A mulher chegou a dizer que jogou o corpo da filha no rio, mas a criança nunca foi encontrada.

Mulher mata filha e é encontrada sem vida (Foto: Reprodução/ EPTV)

Um boletim de ocorrência foi registrado ainda dentro da prisão e constava que a presa teria cometido suicídio. Ao UOL, o advogado da mulher disse: “Apenas após a chegada do laudo necroscópico e do documento emitido pelo Instituto Médico Legal, podemos trazer informações mais detalhadas sobre o que aconteceu”.

O advogado da acusada disse que o caso se encaminhava para um lado positivo para a mulher e não teria motivo para suicídio. “A gente conversava com frequência e o caso estava próximo de ter uma reviravolta, porque o Ministério Público Federal (MPF), no Superior Tribunal de Justiça, reconheceu que não houve violência dela contra a filha”. O homem ainda cogitou a possibilidade de amor ter sofrido com depressão pós parto.

No entanto, há menos de um mês, a 1ª Vara de Itapira decidiu que ela seria submetida a júri popular, cabendo recurso da defesa. E os especialistas especulam que esse poderia ser o causador do suicídio. As investigações continuam.