Família é proibida de embarcar por causa de “mau odor” e processa companhia aérea

Caso aconteceu nos Estados Unidos

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Resumo da Notícia

  • Um casal e uma bebê foram expulsos um de avião e agente afirmou que era por causa de mau odor.
  • A família informou que eles tinham tomado banho no dia e, segundo o processo, o agente fez comentário preconceituoso.
  • Eles estão processando a companhia aérea e desejam indenização; a companhia nega o ocorrido.

Uma família judia foi expulsa de um voo por ter “odor corporal extremamente ofensivo”. Yehuda Yosef Adler e sua esposa estão processando a companhia aérea American Airlines, eles desejam indenizações pelo ocorrido. A ação foi movida do Tribunal Distrital dos Estados para a Divisão de Houston do Distrito Sul do Texas. O casal e a filha estavam tentando sair de Miami e voltar para a casa que fica em Detroit, nos Estados Unidos. A American Airlines são os réus do caso.

Documentos apresentados no tribunal alegam que o piloto da aeronave foi desagradável e humilhou a família logo quando eles entraram no avião e pediram fones de ouvido. Apenas cinco minutos após se acomodarem em seus lugares um agente abordou a família afirmando que havia uma emergência e eles precisariam desembarcar. O agente disse que eles estavam com “um odor corporal extremamente ofensivo”.

Família é proibida de embarcar por causa de “mau odor” e processa companhia aérea (Foto: Reprodução/ WPLG/local10.com)

Os Adlers ficaram muito ofendidos e informaram que nunca tiveram problemas em relação ao odor e ainda acrescentaram que haviam tomado banho na mesma manhã. E, o processo afirma que o agente do portão “fez declarações depreciativas e depreciativas, dizendo aos Adlers que ele sabia que os judeus ortodoxos tomavam banho uma vez por semana”.

Após serem humilhados, abordaram cerca de 20 pessoas para confirmar se eles estavam ou não com um cheiro ruim e todas negaram. A família afirma que suas bagagens permaneceram no avião após a expulsão e foram para o destino. O casal e a bebê ficaram sem as roupas e a maioria das coisas necessárias para a filha. A família também discorda da continuação da narrativa por parte da companhia aérea. Eles afirmam que agora, quando o “odor corporal” é pesquisado online, os resultados mostram o nome Adler.

“Os Adlers sofreram e continuarão sofrendo traumas, estigmatização, severo sofrimento mental e emocional, depressão, desespero, repugnância, vergonha, humilhação pública, danos à reputação pessoal, ansiedade, medo e apreensão associados a aeroportos e vôos, perda de apetite, insônia e enxaqueca Os Adlers estão sendo pressionados a ver sua raça e religião como inferiores às dos brancos, sujas e indesejadas.”, diz o processo.

Em comunicado à Fox News, a companhia aérea disse: “A família Adler foi convidada a desembarcar depois que vários passageiros e nossa tripulação reclamaram do odor corporal de Adler.A decisão foi tomada por preocupação com o conforto de nossos outros passageiros. Nossos membros da equipe cuidaram da família e providenciaram acomodações e refeições em hotéis, e as reservaram novamente em um voo para Detroit na manhã seguinte. Nenhuma das decisões tomadas por nossa equipe ao lidar com essa situação sensível se baseou na religião dos Adler.”