Enfermeira terá de pagar 900 mil dólares por parto prematuro

Mesmo trabalhando em hospital e com plano de saúde! 

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Lauren Bard trabalha como enfermeira no Dignity Health, um hospital nos Estados Unidos. Em 2018, Bard deu à luz a um bebê prematuro, que nasceu com apenas 21 semanas; o parto aconteceu no hospital UC Irvine, coberto pelo plano de saúde oferecido pelo Dignity Health. Até aí, tudo certo.

Porém, o plano de saúde exige que os pais de recém-nascidos registrem seus filhos em até 31 dias – o que não aconteceu, já que, claro, Lauren estava cuidando do seu bebê prematuro. Com isso, o Dignity Health se recusou a cobrir as despesas dos cuidados com o bebê, que chegaram perto dos 900 mil dólares.

Lauren buscou seus direitos e foi repetidamente informada que não havia como o seguro de seu empregador pagar por isso. Ela teria que seguir um plano de pagamento de 100 dólares por mês, que a deixaria endividada pelos próximos 748 anos!

Somente a partir da divulgação do caso pela imprensa, a Dignity Health decidiu reverter sua decisão. No entanto, o hospital afirma que a mudança se deve a “informações adicionais” que receberam sobre o caso de Lauren Bard – mas não divulgaram quais informações seriam essas.