Criança morre de hipotermia após ficar de castigo em garagem

O menino chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu

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Resumo da Notícia

  • Pai deixa o filho de castigo na garagem e menino morre de hipotermia
  • Ele foi levado ao hospital, mas foi dado como morto
  • A temperatura interna era de -7 graus Celsius

No dia 17 de janeiro de 2020, um policial de Nova York deixou o filho de castigo na garagem de sua casa a noite inteira. Thomas, de 8 anos, perdeu a consciência na manha seguinte e morreu por hipotermia. O menino foi levado ao hospital, mas foi dado como morto e os médicos disseram que ele estava com uma temperatura muito baixa.

O pai, Michael Valva, e sua noiva, Angela Polliana, 42, foram detidos (Foto: Logan Meis/Unsplash)

O pai, Michael Valva, de 40 anos, e sua noiva, Angela Polliana, 42, foram detidos detidos neste domingo (26) após as investigações terminarem e a conclusão ter sido de que eles criaram grave risco de vida à criança. Quem ligou para a polícia para avisar que o garoto estava desacordado foi a própria família. Quando os policiais chegaram, o pai do menino estava fazendo uma massagem cardíaca nele.

Michael disse aos policiais que o filho tinha desmaiado enquanto esperava o ônibus da escola, mas houve inconsistência entre o relato do pai e os ferimentos que o menino apresentava. Após acessarem as câmeras de vigilância da casa, os policiais viram que o garoto e um dos seus irmãos dormiram na garagem, sem mesmo levar travesseiros ou cobertas.

Foi constatado que não havia um sistema de aquecimento na casa e que a temperatura interna era de -7 graus Celsius. Além de Thomas, o casal vivia com mais dois filhos de Valva e três filhas de Polliana. Após o ocorrido, todas as crianças foram tiradas da casa.

De acordo com o jornal local, Michael já havia sido denunciado por sua ex-mulher, Justyna Zubko-Valva. Ela o acusava de abusar dos filhos. Não foi revelado o motivo pelo qual o pai tinha a guarda das crianças.

 

Homicídio qualificado

Na última sexta-feira (10), Lindsee Leonardo, de 32 anos, foi acusada por homicídio qualificado após o seu filho, de apenas 11 meses, morrer afogado na banheira. De acordo com informações obtidas pelo jornal New York Post, a mãe afirmou ter deixado o filho sozinho a fim de ela ter um tempo para si mesma. O caso ocorreu no estado do Tennessee, Estados Unidos.

Segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Knox, Lindssen deixou Aiden Xavier e seu irmão, de 23 meses, sozinhos por um período de 10 minutos para conseguir fumar um cigarro e ouvir duas músicas em seu celular. Após retornar ao banheiro, a mãe encontrou o filho mais novo flutuando de costas e sem nenhuma resposta.