Ano novo chinês: a personalidade da criança do signo de Rato, regente de 2020

Novo período começa neste sábado (25) e vai até o início de 2021

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Resumo da Notícia

  • Ano novo chinês é comemorado neste sábado (25).
  • Pessoas nascidas no período que começa hoje serão regidas pelo signo do Rato, o primeiro do horóscopo chinês.
  • Regidos pelo Rato são considerados pessoas bondosas, otimistas e super sinceras.

Neste sábado (25) é celebrado o ano novo chinês! Com cultura milenar e seguindo o calendário lunar, os chineses comemoram seu Ano Novo, normalmente, no final de janeiro ou começo de fevereiro. De acordo com a Embaixada da China no Brasil, em 2020 as festividades serão realizadas em várias cidades espalhadas pelo mundo; em 2019, mais de 140 países e 500 cidades realizaram festejos para a chegada do novo período.

E o ano que começa hoje será um ano regido pelo signo do Rato, o que é ainda mais especial; de acordo com a Astrologia Chinesa, encerramos um ciclo de 12 anos estabelecido pela passagem de diferentes energias dadas pela sequência de trânsito dos 12 signos, representados pelos 12 animais, que sempre se inicia com o Rato e termina com o Javali (ou Porco).

Assim como a astrologia tradicional, os signos da astrologia chinesa também influenciam na personalidade. Se você está esperando um bebê para 2020, ele será do signo do Rato. De acordo com a Astrologia Chinesa, os nascidos sob a regência deste animal são pessoas com muito bom gosto, encantadoras e com comportamento exemplar. O Rato gosta de saber quem está do seu lado, e vai tratar os seus amigos mais leais com uma medida extra de proteção e generosidade.

Ano novo chinês é celebrado neste sábado (25) (Foto: Unsplash)

 

 

 

 

 

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A bondade, uma das principais características do Rato, tende a tornar seu coração um tanto mole, mas ele sabe colocar a razão em todas as suas decisões, jamais se precipitando – muito embora seu otimismo lhe dê um excesso de confiança.

Porém, os regidos pelo signo do Rato também são bons exemplos de como uma virtude, se exagerada, pode se transformar num defeito. Por ser franco demais, muitas vezes acaba incomodando as pessoas com sua sinceridade sem freios. Sem contar que se trata de um dos mais liberais dos signos, sempre ansioso por novas experiências, o que lhe dá um caráter que pode ser difícil de ser controlado.

 

Ano bissexto: os nascidos em 29 de fevereiro

Grávida e esperando seu bebê para o mês de fevereiro? Então fique atenta: caso seu filho nasça no dia 29 de fevereiro, data que acontece a cada quatro anos, ele deve ser registrado na data correta. De acordo com a Lei nº 12.662/2012, a Declaração de Nascido Vivo (DNV) deverá conter nome e prenome do indivíduo; sexo, dia exato, mês, ano, hora e município de nascimento. “Se a data for alterada é falsidade ideológica”, informa Paulo Henrique de Araújo, diretor de registro civil da Associação dos Notários e Registradores do Distrito Federal, em entrevista à Agência Brasil.

O ano bissexto foi criado pelos romanos na época do imperador Júlio César para adequar o calendário ao tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol. A translação (volta ao redor do Sol) não é feita em exatos 365 dias, mas sim em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. “Um dia a mais é uma compensação humana para as exigências da natureza, relativa ao movimento de translação da Terra que produz as estações do ano. Convencionou-se o acréscimo de um dia ao mês de fevereiro, sendo o 29º dia, auge do inverno no Hemisfério Norte e do verão no Hemisfério Sul”, explica Aline Maccari, jornalista e astróloga, também em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, a década que se inicia com a repetição de dois números (2020) num ano bissexto aumenta a mística e torna o ano “ainda mais exótico”, mas não merece nenhum tipo de predições negativas. “O ano contendo 366 dias pode ser, para alguns, sinal de mau agouro, por terminar em 66, faltando apenas mais um 6 para que se tenha o número da chamada besta: 666. Uma tolice sem tamanho que não corresponde nem à realidade ao nosso redor, nem à realidade psíquica profunda, a não ser que queiramos reviver as nossas mais obscuras e inúteis superstições”, critica Aline.