Frozen: Dubladora de Elsa morre aos 21 anos

Andrea Arruti era a voz em espanhol na América Latina da personagem

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Resumo da Notícia

  • Dubladora de Elsa, do Filme Frozen, morreu aos 21 anos e a causa não foi divulgada.
  • Cinemas fazem sessões de filme para crianças dentro do Transtorno do Espetro do Autismo (TEA).
  • Bruno Covas sancionou lei que obriga sessões de filmes mensais adaptadas para pessoas com TEA.

A atriz mexicana Andrea Arruti morreu aos 21 anos nesta semana. Ela era a voz em espanhol na América Latina da personagem Elsa do filme Frozen. Até o momento, a família e a imprensa de seu país não explicaram a causa da morte. A conta do Instagram da atriz e dubladora oficial já foi deletada.

Andrea dava a voz à vários personagens de séries e filmes no idioma espanhol, foi dubladora em programas como  My Little Pony, Phineas e Ferb e entre muitos outros. Além de Frozen, seu trabalho mais recente foi dublando a personagem de anime Violet Evergarden e Neeko, de League of Legends. Devido ao seu grande sucesso como dubladora, a artista se preparava para ir além e lançar sua carreira de cantora.

Dubladora de Elsa, do filme Frozen, morre aos 21 anos (Foto: Reprodução/Instagram)

Frozen 2, que teve estreia no Brasil em 2 de janeiro, conta a história da infância de Elsa e Anna, quando as duas garotas descobrem uma história do pai, durante a época que ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Uma revelação que ajudará Elsa a compreender a origem de seus poderes.

Sessões especiais
Na última segunda-feira (13), foi divulgada a lista de indicados para o Oscar 2020. Para a surpresa e indignação de muitos, o filme Frozen 2 não estava entre os nomes. Ainda assim, o filme tem uma grande importância, principalmente para as crianças dentro do Transtorno do Espetro do Autismo (TEA). O projeto Sessão Azul organiza sessões adaptadas para esse público e suas famílias. Nesses eventos, a sala de cinema permanece com as luzes acesas, o som fica mais baixo e a plateia pode andar, dançar, gritar e cantar à vontade com Elsa, Anna e Olaf. Também não são exibidos trailers comerciais, a menos que já façam parte do filme.

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Na última terça-feira (14), o prefeito Bruno Covas sancionou uma lei que obriga os cinemas da cidade de São Paulo a realizaram pelo menos uma sessão por mês adaptada a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. A lei, publicada no Diário Oficial da cidade na última quarta-feira (15), entrará em vigor em 90 dias. O descumprimento pode levar até à interdição do cinema.

A lei determina que, durante essas sessões, as luzes estejam levemente acesas, o volume sena uma pouco mais baixo e não tenha publicidades comerciais. No período da exibição do filme, os espectadores poderão circular pelo interior da sala, podendo sair e entrar na sala. As sessões deverão ser identificadas com o símbolo mundial do TEA na entrada do local de exibição